Quer ter sua empresa entre os primeiros resultados de busca no Google? Saiba como! Parte 1

A Otimização para Mecanismos de Pesquisa pode muitas vezes se resumir a pequenas modificações em partes do seu site. Quando vistas isoladamente, essas mudanças podem parecer como uma pequena melhoria, mas quando combinadas com outras otimizações, podem representar um impacto significativo na experiência do usuário e no desempenho nos resultados de pesquisa orgânica. Você provavelmente já está familiarizado com muitos dos tópicos abordados este guia, pois eles são os ingredientes básicos para páginas da web, mas talvez não esteja obtendo o máximo proveito deles.

google1 Otimizar para Mecanismos de Pesquisa afeta apenas os resultados da pesquisa orgânica,não alterando os resultados pagos ou “patrocinados”, tais como o Google AdWords.

Apesar de este guia conter as palavras “mecanismo de pesquisa”, gostaríamos de salientar que você deveria basear suas decisões de otimização tendo em vista primeiramente e principalmente o que é melhor para os visitantes de seu site. Eles são os principais consumidores do seu conteúdo e estão usando os mecanismos de pesquisa para encontrar o seu trabalho. Um enfoque demasiado estrito em ajustes específicos para obter melhor classificação nos resultados orgânicos dos mecanismos de pesquisa pode causar resultados indesejados. Otimizar para mecanismos de pesquisa significa dar relevância ao que seu site tem de melhor no quesito visibilidade nos mecanismos de pesquisa.

Para ajudar nas explicações, criamos um site que nos acompanhará durante todo o guia. Para cada tópico, apresentaremos a informação necessária sobre o site para ilustrar o tópico abordado. Veja aqui algumas informações sobre o site que usaremos:

  • Website/Nome do negócio: “Prime Imobiliária”
  • Nome do domínio: primeimobiliaria.com.br
  • Foco: Venda e Aluguel de imóveis, notícias e turismo
  • Tamanho: Pequeno, aproximadamente 250 páginas

O seu site pode ser menor ou maior do que este e oferecer conteúdo completamente diferente, mas os temas de otimização que discutiremos a seguir são aplicável a sites de todos os tipos e tamanhos.

Crie títulos únicos e precisos para suas páginas
A tag de título <title> informa tanto os usuários quanto os mecanismos de pesquisa qual o tema de uma determinada página. A tag <title> deve ser colocada dentro da tag <head> do documento HTML. Idealmente, você deve criar um título único para cada página do seu site.

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O título da página inicial de nosso site sobre figurinhas de beisebol, que lista o nome da empresa e
três tópicos principais.

Se o documento aparece em uma página de resultados de pesquisa, o conteúdo da tag de título geralmente aparecerá na primeira linha dos resultados. Palavras do título estarão em negrito se fizerem parte do termo pesquisado pelo usuário. Isso ajuda os usuários a reconhecer se a página é relevante para a pesquisa efetuada.

O título de sua página pode listar o nome de seu site/negócio e pode incluir outras informações importantes como o endereço do negócio ou talvez alguns dos seus principais produtos e serviços.

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Um usuário realizar a consulta [figurinhas de beisebol]

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A nossa página inicial aparece como um dos resultados, com o título listado na primeira
linha (repare que os termos de consulta do usuário aparecem em negrito)

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Se o usuário clicar no resultado e visitar a página, o título da página aparecerá no topo da navegador.

Títulos para páginas internas de seu site devem descrever com precisão o assunto dessa página em particular e também podem incluir o nome de seu site ou empresa.

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Um usuário realizar a consulta [figurinhas raras de beisebol].

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Uma página interna relevante de nosso site (o título é único para o conteúdo da página)
aparece como resultado

Práticas recomendadas para as tags de título

  • Descreva com precisão o conteúdo da página – Escolha um título que efetivamente comunique o assunto da página. Evite:
    • Escolher um título que não tenha relação com o conteúdo da página
    • Utilizar títulos padrão ou genéricos como “Sem título” ou “Nova Página 1”
  • Crie tags de título únicas para cada página – Idealmente, cada uma de suas páginas deve ter uma tag de título única, o que ajuda ao Google a decidir quanto uma página é distinta das outras em seu site. Evite:
    • Usar uma única tag de título em todas as páginas de seu site ou em um
      conjunto grande de páginas
  • Utilize títulos descritivos e curtos – Títulos podem ser curtos e informativos ao mesmo tempo. Se o título for demasiado longo, o Google irá mostrar apenas uma parte dele no resultado de pesquisa. Evite:
    • Utilizar títulos extremamente longos e pouco úteis para os usuários
    • Preencher o título com palavras-chave desnecessárias

7 indícios de que seu smartphone Android está infectado

Assim como os computadores, à medida que os smartphones e tablets se popularizam, esses aparelhos se tornam cada vez mais alvo de cybercriminosos. O número de malwares para dispositivos móveis é assustador; só em 2013 foram detectadas mais de 143 mil novas modificações de programas maliciosos para tablets e smartphones. Mas, apesar do perigo, você sabe identificar se seu aparelho está infectado?

A plataforma Android é o principal alvo: 98,05% dos malwares para dispositivos móveis são dirigidos à plataforma do Google. Se você é usuário Android, fique esperto e confira a lista com os sintomas mais comuns que indicam que seu smartphone ou tablet provavelmente esteja infectado.

  • Se o seu dispositivo está apresentando pop-ups e anúncios intrusos ou ainda durante a navegação ocorrem redirecionamentos inesperados é bem provável que você tenha sido infectado por um adware.
  • Arquivos maliciosos também costumar aumentar abruptamente o uso de dados para fazer com que o dispositivo se conecte repetidamente a um website, clique em anúncios, faça download de arquivos grandes e envie mensagens. Preste atenção em picos do uso de dados.
  • Malwares também atingem o bolso do usuário; aparelhos infectados podem ligar ou enviar SMS para números premium elevando o custo da sua conta no final do mês.
  • Alguns apps maliciosos também são capazes de baixar aplicações do Google Play ou outras lojas não oficiais. Se em seu dispositivo aparecer aplicativos que você não fez o download, suspeite.
  • Há também apps que se utilizam de funções desnecessárias: se algum aplicativo solicitar permissões ou outras funções que não são necessárias para seu uso, é provável que tenha fins maliciosos.
  • Fique atendo a qualquer atividade suspeita nas suas contas online como e-mails e perfis em redes sociais. O malware móvel pode roubar senhas, credenciais de acesso e dados guardados no dispositivo.
  • Por último, duvide de qualquer aplicação que exija dinheiro para desbloquear o aparelho; nenhuma empresa que opera dentro da lei faz isso.

Esses são os principais indícios de que seu Android foi infectado. Especialistas dizem que a melhor maneira de mantê-lo protegido ainda é instalando um bom antivírus. Mas medidas adicionais ajudar a evitar a infecção. Veja algumas:

  • Não faça o desbloqueio do dispositivo, técnica conhecida como “root”;
  • Configure uma senha para desbloquear a tela do aparelho;
  • Prefira sempre aplicativos de confiança, de preferência os da loja oficial;
  • Não use redes wi-fi públicas para qualquer tipo de transação;
  • Revise periodicamente as permissões que os apps solicitam;
  • Armazene no dispisitivo apenas dados confidenciais que sejam indispensávei.

Com essas medidas, você se torna um alvo menos vulnerável.

Fonte: olhardigital.uol.com.br

12 formas de aumentar o tráfego do seu site a partir do Google sem fazer link building

Link building é difícil, mas não é a única forma de amplicar seu tráfego via resultado de busca no Google.

Quando comecei com SEO, link building não era a minha melhor habilidade. Escrever e-mails que tivessem bom alcance era terrível, e eu tinha pouca experiência em criar um conteúdo sensacional. Em vez disso, eu focava no que era mais fácil.

Ao mesmo tempo em que fatores “off-page” como links são tipicamente mais pesados que esforços “on page” nos resultados de busca do Google, os profissionais de SEO de hoje têm um grande número de alavancas para ajudar a ganhar tráfego sem ter que fazer link building.

Para profissionais mais experientes, muitas dessas são práticas já estabelecidas, mas mesmo os sites mais otimizados podem melhorar em ao menos uma dessas áreas.

1 – Artigos com conteúdo explicativo (In-depth articles)

De acordo com o MozCast Feature Graph, 6% dos resultados de busca no Google contêm artigos de conteúdo detalhado/explicativo. Apesar de não parecer um número muito alto, esse tipo de artigo oferece um aumento significativo no tráfego. Curiosamente, já tivemos relatórios de aumento de até 10% do tráfego depois da publicação desse tipo de conteúdo.

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Ao adicionar alguns sinais em seu HTML, seu conteúdo altamente qualificado pode estar habilitado a aparecer nas buscas. O markup sugerido pelo Google inclui:

  • Schema.org Article markup (NewsArticle também funciona)
  • Google+ Authorship
  • Melhores práticas de paginação e canonização
  • Logo markup
  • First click free – para conteúdo pago

Enquanto o Google parece favorecer sites importantes de notícias na inclusão desse tipo de artigo, a maioria dos sites que podem se qualificar não têm implementada a marcação semântica necessária.

2 – Melhorar a satisfação do usuário

Você pode melhorar seu rankeamento ao melhorar a experiência dos visitantes em seu site?

De várias formas, a resposta é “sim”, e a experiência de vários profissionais aponta que o efeito pode ser maior do que imaginamos.

Sabemos que o Google Panda pune sites com “conteúdo ruim”. Também sabemos que provavelmente o Google mede a satisfação dos usuários quando eles clicam nos resultados de busca.

“… o Google podia ver quão satisfeitos os usuários estavam… O melhor sinal da felicidade deles era o “clique longo” – isso acontecia quando alguém acessava um dos sites do resultado de busca, idealmente o primeiro da página, e não retornava para a busca.”- Stephen Levy, em seu excelente livro In the Plex.

A ideia é chamada de “pogosticking” (pula-pula), ou “retorne-ao-SERP”, e se você pode reduzir isso ao fazer com que os seus visitantes estejam satisfeitos (ou ao menos não retornem ao Google para procurar a resposta em outro lugar), muitos profissionais de SEO acreditam que o Google vai recompensar você com posições mais altas no ranking de resultados.

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Tim Grice da Branded3 fala de um ditado que eles têm na agência de SEO:

“Se você tem links o suficiente para estar no top 5, você tem links suficientes para ficar na primeira posição”.

Apesar de não termos uma evidência direta do pogosticking nos resultados do Google, temos observado em patentes, entrevistas e análises que é possível acreditar que essa é uma das técnicas de SEO mais subutilizadas hoje.

3 – Rich snippets para dados estruturados

O Google constantemente expande os tipos de rich snippets que são mostrados em seus resultados de busca, incluindo eventos, músicas, vídeos e breadcrumbs.

A primeira vez que eu ouvi sobre dados estruturados foi em uma apresentação de Matthew Brown, na MozCon 2011. Matthew hoje trabalha no Moz, e eu estou bastante feliz de aproveitar a sua expertise. Essa sua apresentação de Schema 101 (veja abaixo) é bastante válida de ser estudada.

Schema and Open Graph 101 – SMX Munich de Matthew Brown

Se você está começando agora, dê uma olhada neste super útil Guia para gerar Rich Snippets, do pessoal da SEOgadget.

Dois dos markups favoritos para aumentar cliques são videos e authorship, que vamos discutir na sequência.

4 – Otimização de vídeo

Pixel por pixel, snippets de vídeo capturam mais mercado de search que outros tipos de rich snippets, mais até que fotos authorship. Estudos mostram que nossos olhos vão direto para eles.
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Diferentemente de fotos de autores, os snippets de vídeo são geralmente fáceis de mostrar e não requerem conexão a uma conta Google+.

Os snippets de vídeo geralmente requerem a criação de um video XML sitemap e a adição do markup schema.org video.

Para simplificar as coisas, muitos serviços terceirizados cuidam de detalhes técnicos para você. No Moz, usamos o Wistia, que cria um sitemap e adiciona o markup do schema.org automaticamente.

Super dica: tanto schema.org quanto sitemaps XML permitem que você defina o thumbnail do vídeo que vai aparecer nos resultados de busca. Como o thumbnail influencia muito a busca, escolha sabiamente.

Leitura recomendada: Getting Video Results in Google

5 – Google authorship

Ter a cobiçada foto de autor nos resultados de busca do Google não garante mais cliques, mas ter a foto certa pode ajudar a ter uma boa taxa de cliques nos resultados.

O que faz uma foto de autor ser boa? Bom, não existem muitas regras, e eu já testei pessoalmente e estudei centenas de fotos, e cheguei a alguns fatores que ajudam:

  • Use uma foto de alguém de verdade, não a logo da sua empresa, um ícone ou desenho.
  • Cores de alto contraste. Como a foto é pequena, você quer que ela se destaque bem do background.
  • De acordo com a sua audiência. Por exemplo, jovens, fãs da Disney, provavelmente não vão clicar em um ícone de um cara mais velho, em um terno, que se parece com um conselheiro de finanças.

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Recentemente, o Google se tornou mais seletivo com as fotos de autores que escolhe mostrar, mas se você implementar o authorship corretamente vai se encontrar entre os 20% (de acordo com este MozCast) de todos os resultados de busca que incluam fotos de autores.

6 – Melhorar a velocidade do site

Melhorar a velocidade do site não apenas aumenta a satisfação do usuário (veja o meu primeiro deste artigo), mas isso também tem uma influência direta no seu ranking de busca. Na verdade, a velocidade do site é um dos poucos fatores de rankeamento que o Google já confirmou.

Uma das coisas bem interessantes que aprendemos este ano, com a ajuda do pessoal da Zoompf, é que o tempo de carregamento da página provavelmente é menos importante que o Tempo para o Primeiro Byte (Time to First Byte – TTFB), que é a quantidade de tempo que um servidor leva para responder a uma requisição.

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Tão importante quanto a velocidade da página para a busca em desktops, o Google considera isso ainda mais importante para dispositivos móveis. Pense na última vez em que você esperou uma página carregar no seu celular, com um sinal de internet ruim.

“Otimizar o tempo de carregamento de uma página em smartphones é realmente importante, dadas as características das redes de dados móveis às quais eles estão conectados” – Google Developers.

Ferramenta sugerida: PageSpeed Insights

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Na segunda e última parte, veremos as seis dicas restantes, que incluem SEO para smartphones, audiência internacional e otimização de snippets.

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Este artigo é uma republicação feita com permissão. Moz não tem qualquer afiliação com este site. O original está em http://moz.com/blog/google-traffic-links

Fonte: imasters.com.br

Como desenvolver uma estratégia de marketing digital

Com o crescimento constante dos meios digitais as empresas estão cada vez mais desenvolvendo estratégias para a web. Afinal, não há como fugir, o marketing digital é uma ferramenta muito eficaz para as empresas crescerem e se destacarem da concorrência. E você querendo ou não sua marca vai estar na internet, se não for por você será pelos seus clientes. Sendo assim, o melhor caminho é ter um plano de marketing digital e usar tudo que a web tem a oferecer a seu favor. Leia mais

10 dicas para turbinar o Gmail

O Gmail para nós, é o melhor entre os serviços de e-mail gratuitos do mercado. Há uma série de recursos que facilitam a experiência de uso para o internauta, mas algumas delas estão bem escondidas, então confira a lista abaixo do vídeo com 10 funcionalidades que podem facilitar a vida de quem é cliente do produto.

Atalhos de teclado

Você pode fazer muita coisa no Gmail sem precisar usar o mouse, aliás, as principais funções podem ser feitas assim: enviar mensagem, adicionar destinatário em cópia normal ou oculta, alterar o remetente etc. Para conferir a lista completa de possibilidades, clique aqui.

Cancelar envio

Primeiramente você precisa saber que existe uma área de experimentações no Gmail chamada Labs. Lá é possível encontrar vários recursos testados que no futuro podem acabar sendo incorporados ao serviço de e-mail e um deles é o que permite cancelar mensagens que já foram enviadas.

Para chegar a isso, clique em Configurações (a roda dentada abaixo da sua foto) > Configurações > Labs e encontre a opção Cancelar envio. Basta ativar o recurso e voltar à aba de configurações Gerais para escolher o período de cancelamento entre 5, 10, 20 ou 30 segundos.

Opções de pesquisa

O campo de buscas do Gmail é bem competente, você pode procurar por remetente, destinatário, palavras contidas no assunto, só mensagens com anexos, entre outras várias possibilidades. Para aprender a mexer com isso, clique aqui.

Respostas prontas

Também no Labs você encontra o recurso Respostas predeterminadas, descrito assim pelo desenvolvedor: “E-mail para os que são realmente preguiçosos.” Ali é possível programar mensagens com conteúdos que você costuma usar, assim não precisa escrever sempre a mesma coisa.

Carregamento rápido

Há uma série de modos do Gmail disponíveis: seguro, estável, básico, edição velha etc. A que interessa aqui é a básica, que tira toda a graça do Gmail mas acelera seu carregamento. Para acessá-la, clique aqui ou, usando o mail.google.com acrescente /?ui=html ao final da URL.

Novos endereços

Aqui está uma informação bem interessante: acrescentar pontos (.) no meio do endereço ou sinal de mais (+) no final dele não impede o recebimento de mensagens. Assim, se o seu e-mail for fulanodetal@gmail.com, você pode usá-lo como fulano.de.tal@gmail.com ou ainda fulanodetal+fulanismo@gmail.com. Atenção: antes de passar endereços alternativos para outras pessoas, faça testes para saber se realmente funcionou.

Alterar abas

Sabe essas abas que o Gmail acrescentou no ano passado – Principal, Social, Promoções, Atualizações e Fóruns? Você pode desabilitá-las, se quiser. Vá em Configurações > Configurar caixa de entrada e habilite ou desabilite as abas que desejar.

Contador de emails

É possível colocar o número de mensagens não lidas na aba do navegador. Este é mais um recurso disponível no Labs, ele está sob o nome de Ícone de mensagem não lida, é só ativá-lo.

Estrelas

Além da estrela amarela presente por padrão no Gmail, você pode escolher entre opções como pontos de exclamação e interrogação, ícones de informação e checagem e outras cores de estrela. Tudo isso está disponível em Configurações > Geral.

Temas

Adicione um tema pré-definido ou uma foto de fundo personalizada ao Gmail, assim, não precisa olhar sempre para aquela cara padronizada do serviço. Vá em Configurações > Temas.

Fonte: Olhar digital e Mashable

Web Design Responsivo: O que é? Por que fazer?

Em 2012 o mercado de PCs teve uma queda em suas vendas, coisa que não acontecia desde 2001. O que nos leva a seguinte pergunta: Se os consumidores não estão comprando PCs, o que os consumidores estão comprando? Tablets e Smartphones meu caro leitor, e inclusive e esperado que este ano a venda de tablets bata a casa de 100 milhões.

Com esse mercado de dispositivos moveis e derivados com browser crescendo rapidamente surgiu a necessidade de fazer com que todos os sites se adaptem muito bem a qualquer tamanho de tela. Anteriormente já existiam soluções para isso, como JQuery Mobile, entretanto todas eram caras e difíceis de implementar. É a partir disso que surgiu em 2010 o Web Design Responsivo.

Em termos simples o web design responsivo usa “media queries” para configurar um tamanho adequado para o site de acordo com a resolução da tela.

Web design responsivo se trata apenas de mobile?

Sim, e não! De fato com a expansão das vendas desses dispositivos móveis, criam uma sensação de que estamos criando sites responsivos apenas para eles. Contudo quando pensamos em web design responsivo devemos levar em consideração TVs, retina displays e browsers de vídeo-games entre outros. Afinal, seria praticamente inviável criar um site para cada um desses dispositivos, já que hoje em dia até “torradeiras” acessam a web.

2013 é o ano do web design responsivo?

Dado que a venda de tablets e smartphones continuam aumentando e as pessoas estão preferindo cada vez mais ler nesses dispositivos, podemos acreditar que, sim, 2013 será o ano do web design responsivo. E com isso os leitores só tem a ganhar, afinal com o web design responsivo a experiencia de leitura na web ficará muito melhor.

Fonte: design.blog.br

Conquiste clientes com técnicas da CIA

Sempre quis dar uma de James Bond, o famoso 007? Com estas dicas você pode aplicar as técnicas utilizadas pela Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos para conquistar novos clientes. Leia mais

Você sabe como pesquisar nos sites de pesquisa?

Os motores de pesquisa são actualmente confundidos com a própria Internet. É normal milhões de pessoas, por esse mundo fora, ter o google como página principal do seu browser, e isso ser, para elas… a Internet. Tudo gira em torno da pesquisa, do que existe na Internet aos olhos de um Google, Bing ou Yahoo.

Mas como funciona o “cérebro” de um motor de pesquisa?

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Vamos saber um pouco mais sobre esta ferramenta vital para a Internet, o que é o mesmo que dizer, uma ferramenta vital para a sociedade moderma.

A lógica Booleana

A partir da lógica Boole, a maior parte dos sistemas de recuperação de informação, exemplo Motores de Pesquisa, como a Google, entre outros, actua segundo o princípio de “textmatching”, pelo qual um termo de pesquisa (palavra ou conjunto de palavras) é introduzido numa caixa de pesquisa e o sistema devolve um conjunto de registos da base de dados que contêm o termo ou termos em questão.

Contudo são poucos os tópicos de pesquisa que podem ser adequadamente expressos por uma simples palavra ou frase curta. A lógica booleana vai permitir combinar esses termos de modo a possibilitar a introdução de expressões de pesquisa mais complexas na base de dados.

Os operadores booleanos mais comuns são:

  • and
  • or
  • not

O operador AND é similar à intersecção de conjuntos.

É usado para restringir uma pesquisa ou torná-la mais específica

  • Nesta pesquisa, são recuperados os registos em que AMBOS os termos estão presentes;
  • A área sombreada onde os dois círculos se intersectam representa todos os registos que Contêm simultaneamente o termo “poverty” e o termo “crime”;
  • Os registros que apenas contêm um dos termos não são recuperados.

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Quantos mais operadores AND utilizarmos, menor será o número de registos recuperados.

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Operador OR

O operador OR é similar à união de conjuntos.

É usado para alargar uma pesquisa ou torná-la mais completa, através da inclusão de sinónimos ou termos variantes para o mesmo conceito.

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  • Nesta pesquisa, recuperamos os registos em que PELO MENOS UM dos termos está presente;
  • A área total dos dois círculos representa todos os registos que contêm o termo “college”, o termo “university”, ou ambos.

Quantos mais operadores OR utilizarmos, maior será o número de registos recuperados.

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  • O operador OR é frequentemente desprezado por utilizadores menos experientes;
  • É, no entanto, fundamental para uma recuperação eficiente da informação, até porque os termos utilizados para expressar um mesmo conceito podem variar muito, mesmo dentro de uma mesma base de dados.

Exemplo:

– Doença das vacas loucas OR encefalopatia espongiforme bovina OR BSE

– Comunidade Europeia OR União Europeia OR European Union

Operador NOT

O operador NOT é usado para restringir uma pesquisa através da exclusão de um termo

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  • Nesta pesquisa, são recuperados apenas os registos em que o PRIMEIRO termo está presente e o SEGUNDO ausente;
  • A área sombreada do primeiro círculo representa os registos que contêm o termo “cats” mas não o termo “dogs”;
  • Os registos que contêm ambos os termos não são recuperados.
  • O operador NOT deve ser usado com cuidado: o termo que pretendemos obter pode estar presente em documentos importantes que também contenham a palavra que pretendemos eliminar;
  • O operador NOT, contrariamente aos outros, é influenciado pela ordem dos termos.


“cats” not “dogs” é diferente de: “dogs” not “cats”

Utilizando os operadores booleanos, poderemos compor expressões de pesquisa complexas (pollution OR contamination) AND (ocean OR sea)

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Nas expressões complexas, em que entre mais do que um tipo de operadores booleanos, a utilização de parêntesis permite eliminar a ambiguidade.

Truncatura

A truncatura permite pesquisar termos com terminações diferentes;
A truncatura permite alargar a pesquisa, obtendo um maior número de registos.

Wildcards (variáveis)

Para recuperar grafias diferentes de um mesmo termo, muitas bases de dados permitem a inclusão de variáveis.

  • wom?n pesquisa woman e women (singular e plural)
  • colo?r pesquisa colour e color (grafias diferentes do inglês)
  • bra?il pesquisa brasil e brazil (línguas diferentes)
  • Egi?to pesquisa Egipto e Egito (grafias diferentes do português)

Operadores booleanos: problemas

Para satisfazer uma pesquisa, os termos de pesquisa apenas precisam de aparecer num qualquer ponto do registo.

Assim, a expressão…

“school” AND “libraries”

…recuperará todos os registos que contenham o termo “school” e o termo “libraries”;
Mesmo que um dos termos apareça no título e outro no resumo;
Mesmo que o registo nada tenha a ver com bibliotecas escolares, que seria, à partida, o que se pretenderia.

Fonte: pplware.sapo.pt
 Artigo escrito por: Sara Guimarães

Fotos carregam lentamente ou não aparecem no Google Imagens? Saiba resolver

O Google imagens não é um exatamente um repositório, mas é uma das maneiras mais usuais de procurar fotos hospedadas em sites do mundo inteiro. O problema é que, nesse tipo de site, a velocidade de carregamento das imagens tem influência direta na experiência de uso, e alguns usuários costumam sofrer com esse problema. Caso esse seja seu caso, confira o tutorial e saiba como resolver.

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1) Use o modo privado

O modo privado nos navegadores entregam uma navegação limpa, sem a interferência de extensões e barras de ferramentas de terceiros e ainda bloqueia os cookies dos sites já navegados pelo usuário. Com isso, o Google promete um carregamento mais rápido das imagens em seu site.

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Abrir uma janela anônima nos principais navegadores é fácil, e só requer cerca de dois passos. No Google Chrome ainda há um atalho: pressione Ctrl+Shift+N com o browser aberto. Para usuários de Chrome, há como tornar o modo anônimo padrão somente para o Google Imagens.

2) Limpe cache e cookies

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Embora o modo privado seja eficiente, ele não grava seu histórico, o que pode ser um incômodo para muitos usuários que gostam de retornar em pesquisas. Por isso, uma alternativa é usar a janela normal do Chrome, mas limpar cache e cookies do navegador antes de acessar o Google Imagens.

Ao limpar cache e cookies dos navegadores Google Chrome, Internet Explorer e Mozilla Firefox, o desempenho deve melhorar em muitos sites, inclusive no Google Imagens para buscar novas fotos.

3) Desative barras de ferramenta e extensões

Da mesma forma, há uma maneira simples de desativar todas as extensões no modo de navegação normal, tanto no Chrome quanto no Firefox e no Internet Explorer. É, de novo, uma alternativa para quem quer manter o histórico de navegação ao mesmo tempo em que impede interferências externa.

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Vale também remover barras de ferramentas eventualmente instaladas no navegador, como Hao123 – o procedimento é basicamente o mesmo para qualquer barra de ferramentas e extensões indesejadas.

4) Ative o JavaScript

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O JavaScript é essencial para o funcionamento correto do Google Imagens. Qualquer navegador roda esse tipo de código nativamente, que é destinado às páginas interativas e só pode ser desativado intencionalmente.

No entanto, se você estiver tendo problemas de velocidade com o site de imagens do Google, vale se certificar se ele está habilitado no seu navegador.

5) Acesse o Google Imagens básico

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Se nenhuma solução acima funcionar, há uma última recomendação do Google: ativar a visualização básica das imagens. Com isso, o Google Imagens volta para a visualização antiga, que coloca as miniaturas em grade e não usa Javascript.

Para acessar a versão básica, role até o rodapé de uma página de resultados de busca de imagens e clique em ‘Alterar para versão básica’. Para voltar, vá novamente para a parte inferior e selecione ‘Alterar para a versão padrão’.

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Pronto! Agora você já sabe cinco maneiras de deixar o carregamento do Google Imagens mais rápido. Lembre-se de testar o desempenho do site a cada providência tomada.

Fonte: Techtudo.com.br
 Fotos: Paulo Alves, Google

O que são e como usar as hashtags?

Hashtags ou como antigamente se chamava esse caractere, jogo da velha ou cerquilha, se popularizou nas redes sociais facilitando o compartilhamento de assuntos relacionados. No Twitter, Instagram, Pinterest, Google+, YouTube ou Facebook, você simplesmente não tem como evitar a presença das #hashtags.

Para quem é iniciante tudo pode parecer confuso e inútil, mas as hashtags tem um propósito poderoso e irá ajudar seu conteúdo encontrar o seu público-alvo e aumentar a visibilidade da sua marca.

hashtags

O que são as #hashtags?

O hashtag consiste em uma palavra-chave precedida por #. Basicamente, ela permite que sua postagem fique visível a todas as pessoas com interesses semelhantes, mesmo que eles não sejam seus seguidores ou fãs.

Por exemplo, supomos que você deseje buscar informações sobre Itapema no Facebook. Ao buscar por #itapema no campo de busca, ele retornará todas as postagens com esta hashtag, mesmo que não faça parte de seu círculo de amigos e seguidores. Isso funcionará tanto no facebook quanto qualquer outra rede social.

As hashtags aparecerão como links clicáveis que levará o usuário aos resultados relevantes.

Como usar as hashtags em meu negócio?

Sua hashtag será compartilhada com qualquer um que tenha o mesmo interesse que você. Isso irá expandir suas postagens além do seu círculo de amizade e seguidores, ficando acessível a qualquer interessado no assunto, no nosso exemplo anterior, #itapema. Escolher a palavra chave certa irá ampliar o alcance de seu post de forma exponencial alcançando um número de pessoas que jamais você poderia fazer sem as hashtags.

Como criar uma Hashtag

É muito simples, basta adicionar # antes da palavra chave. Você pode inserir em qualquer lugar da sua mensagem, não há uma posição restrita para isso, início, meio ou fim de seu post. O importante é que sejam relevantes ao assunto.

Tipos de Hashtags

Hashtags de Conteúdo: Se você é totalmente leigo nesse mundo das Hashtags, primeiramente considere usar as hashtags relacionadas diretamente com sua marca, serviço ou produto. Hashtags de Conteúdo irão expor sua marca para clientes em potencial, que não eram familiarizados com sua marca. Se você possui uma loja de roupas, experimente usar a hashtag #camisetas ou #moda, essas hashtags irão expor seu trabalho para pessoas que ainda não o conhecem.

Trending Hashtags: Uma ótima forma de aumentar a visibilidade da sua marca ou negócio, é usar as hashtags existentes que estão sendo usadas com frequêcia, que estão na moda (que estão “trending”). Mas lembre-se, antes de usar uma dessas hashtag, tenha a certeza de que seu post está agregando algum valor na conversa existente. Se o seu post não agregar valor, ele será ignorado e poderá ser cosiderado spam. Se, contudo, seu post for informativo, engraçado ou viral, ele será compartilhado e visto por vários outros usuários, e isso ampliará o alcance da sua marca.

Hashtags Originais: Muitas vezes o problema de usar hashtags existentes e na moda, é que seus posts podem se perder no meio de centenas de mensagens que estão usando as mesmas hashtags. Por isso, é uma ótima idéia criar suas próprias hashtags, de seu negócio ou da sua marca. Elas poderão ser usadas em campanhas específicas como, por exemplo, uma promoção especial, ou então como forma de fortalecer as suas campanhas de marketing.